Inteligência Artificial (Descrição)

Inteligência Artificial (Descrição) 1

Inteligência Artificial (Descrição)

Por suas implicações, essencialmente ao idealizar a promessa de inteligências autoconscientes e com desejo, é um dos conceitos mais importantes da ficção científica. 2 Cenários possíveis para o futuro I. A. De entrada, a nível de estrada desconhece-se se a inteligência artificial é verdadeira inteligência ou é uma fácil imitação.

por este significado, o desenvolvimento de Inteligências Artificiais fornece os mesmos medos e esperanças que o contato com civilizações extraterrestres. O foco está intimamente conectado não só ao dificuldade da inteligência, no entanto o da autoconsciência. Com efeito, é outro estilo que não está muito claro, se o efetivação de inteligência vai presa à descoberta da consciência própria. Embora pareçam conceitos indissoluvelmente unidos, inteligência e autoconsciência não têm por que ser decorrência esta daquela. E o mesmo acontece com uma série de características que consideramos humanas e que tendemos a unir a propriedade que, durante séculos, cremos que nos diferenciava dos animais.

Sem volição, tais como, a independência é improvável e, desta forma, uma máquina deste tipo nunca poderia tomar uma decisão que se possa catalagar como própria. Em suma, dependendo do que entendemos por Inteligência Arficial nos encontraremos com que esta rebelião é possível ou não.

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Cenários possíveis pro futuro I. A. Fica claro, logo, que dependendo das características (que desejamos considerar psicológicas) de uma possível Inteligência Artificial nos encontraremos com diferentes possibilidades. Nos encontraríamos diante de uma inteligência pura e dura que podes ser muito superior à humana, contudo que, sem um operador que guie é uma claro ferramenta. Esta I. A. não se fornece conta de sua própria vida e sem uma entrada de dados externa, provavelmente, nem sequer foi apto de fazer nada por si mesma.

Embora a máquina descubra (como, não sabemos) que existe (comprar autoconsciência) e que é um ente individual e diferente, ficaria ainda a última fronteira da volição. Ser autoconsciente não implica a aquisição de desejos, nem ao menos o de preservação. Uma máquina nesse tipo seria igual a um observador impassível e continuaria sendo um escravo maravilhoso, enquanto o ser humano a doar um bom uso dele.

Este é o passo definitivo. Querer é liberdade de raciocínio. Uma máquina que desejaria coisas diferentes das que quer teu proprietário estaria se rebelando, apesar de que só fosse internamente. Na maioria das obras de ficção científica, se ocorre uma rebelião das máquinas é por causa de estas aspiram a um futuro desigual do que lhe marca o ser humano que as criou.

Às vezes, só a própria sobrevivência (Não tenho boca e preciso gritar -1967-), novas vezes uma libertação de um estado que é visto como de escravidão no mais puro sentido negreiro (Animatrix -2003-). E esse é o susto subjacente que sustenta estas histórias. O confronto com outro ser, em igualdade de condições, um ser livre (ao menos a um nível intelectual) que pode resolver fazer alguma coisa diferenciado do que nós podemos. Mas não é apenas isto; ao fim e ao cabo, o planeta está repleto de seres com essas características.

o Que podes ambicionar uma máquina? Neste significado, cabe sobressair a seguinte conversa de Neuromancer (1984). Quem fala são Case, um humano, e Dixie Flatline, uma suporte ROM que imita uma personalidade humana, entretanto que não é uma I. A. de certo jeito, podes relatar-se que existe desde o começo do século XX, unido ao conceito de robô. Ciértamente, vários dos robôs que aparecem nas histórias das revistas pulp ou, até mesmo, os robôs de Metropolis (1927), de Fritz Lang, eram ou objetivavam ser inteligentes.

no entanto, não é até a chegada dos pcs e da informática nos anos ‘sessenta que o assunto assume um definido peso. Até desse jeito, os robôs parecem agir como se pensam, contudo era só por “exigências do roteiro”. Ninguém se havia mostrado como poderia ocorrer este raciocínio ou suas implicações. Quando os pcs começaram a desenvolver-se em potência, logo se especulou a hipótese de que esta tecnologia possa aparecer a imitar o raciocínio humano.