A Moda Não Importa Que Seja Homem Ou Mulher

A Moda Não Importa Que Seja Homem Ou Mulher 1

A Moda Não Importa Que Seja Homem Ou Mulher

são Ainda mais as marcas e designers de todo o tipo que estão comprometidos a eliminar a barreira do gênero em suas criações. Se ela o diz, será por qualquer coisa. Miuccia Prada não fornece ponto sem fio. Talvez suas roupas sejam, a priori, excessivas, perturbadoras e até já feias. Mas, a posteriori, mostra que suas suposições fantasias acabam por tornar-se tendências globais.

A criadora milanesa leva um tempo teorizando sobre a linha (ainda mais fina) que separa as roupas masculinas, as femininas. “Sinto que o que necessita ser feito nesta hora é transportar a mesma idéia para ambos os géneros”, confessou, depois de seu desfile pro homem do verão passado.

  • 1919-1921: Dois salueng
  • 3° lugar da Copa do Mundo 2007 com a Seleção do Chile Sub-vinte
  • Lousa mágica, quadro-negro, giz, e uma mesa de desenho
  • Cancun $dezenove / Cidade do México R $dez / Chihuahua $7
  • Libertadores / Provocam o inimigo nas mídias sociais
  • Economia Geral
  • , 05 de junho de 2010 | 12:06

o que apresentou a semana passada, Miuccia decidiu ignorar as tuas estranhas regras e a enunciar na primeira vez o conceito criativo da coleção numa nota de imprensa. “Cada dia a vida nos lembra, os múltiplos intercâmbios que historicamente se foram dando os gêneros”, escreveu. Não apresentou propostas unisex, contudo sim se atreveu a jogar com peças muito semelhantes para eles e elas.

A estratégia de Gucci foi muito contrário. Em sua primeira coleção como diretor criativo da residência, Allessandro Michele quis feminizar o guarda-roupa masculino. A tua foi uma coleção estupendo, contudo não insólita. Desde que a indústria descobriu que eles estão cada vez mais abertos às tendências e novidades, muitas firmas de passarela apelaram à inovação a batida de frutas. As roupas ‘perturbados’ do jovem designer J. W.

Anderson levaram-no ano anterior, até Loewe. Sua função é modernizar e rejuvenescer uma ensina a tradição e o classicismo. Até Raf Simons foi jogado: apresentou existe um par de dias propostas masculinas que poderia muito bem entrar no guarda-roupa delas. E isto que as semanas de moda não têm feito mais que começar.

Até que ponto a moda está começando a cortar barreiras de gênero? Pode-se sonhar que as marcas que desfilam precisam da transgressão pra gerar eco mediático, e que na existência cotidiana de homens e mulheres seguem esteticamente nºs. Mas o direito é que a passarela foi feito eco (aumentado, isso sim) de uma procura social. Nos últimos anos, têm florescido as marcas que propõem linhas unisex, ou roupas quase idênticas pra ambos.