O Selfie Matou A Esta Família

O Selfie Matou A Esta Família 1

O Selfie Matou A Esta Família

Na última imagem, das várias que fez na sua existência Michal Mackowiak se vê um fundo desfocado de céu azul. Onde deveria apresentar-se o teu rosto sorridente, próximo a tua bonita mulher, Hania contra o encantador falésia do Cabo da Roca, em Sintra, Portugal, não há nada mais que o vago. Para maior tragédia, Ele disparou na sua última imagem pela frente de seus filhos, Leo (6 anos) e Sophie (5), dois querubins que assistiram à cena mais bizarra que se possa imaginar.

Seus gritos alertado para alguns turistas espanhóis que passavam por lá, que por sua vez aconselharam a polícia. Eram as 18.Quarenta e oito no momento em que se deu a voz de alarme no sábado passado e, apesar de o foco de todos os meios ao seu alcance, os corpos não foram encontrados no Oceano até a manhã seguinte, devido ao mau tempo.

A dramática desaparecimento desse casal que todos aqueles que conheciam definem como “maravilhoso” colocou uma nota fúnebre, se bem que não a única, de uma forma, tornar-se selfies, onipresente desde há alguns meses. Desde presidentes do Governo, passando por estrelas de Hollywood, até vir aos nossos amigos, vizinhos e colegas, e muito provavelmente nós mesmos, são como uma praga bíblica.

Uma obsessão contemporânea mais ou menos irritante que podes voltar a ser mortal. Nesta mesma semana, 5 pessoas caíram de uma varanda em Sitges, quando faziam um seja notificado ao ceder o corrimão em que se apoiavam. Acabaram todos no hospital, três deles graves.

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Na última foto de Michal , prontamente caindo, o céu é visto fuzzy. Os Mackowiak desenvolviam um casal daquelas que desde desta maneira ficavam bem nas imagens: atrativos e instruídos. Ele, um cientista conhecido que dava conferências em meio universo, e ela uma licenciada em geografia, que geria a próspera empresa familiar de passeios e até já organizava casamentos de polacos em Portugal. Michal, o pai de família, apaixonou-se por Portugal, em seus tempos de Universidade, em consequência a um intercâmbio de alunos e lutou pra conquistar uma bolsa e poder fazer o teu doutoramento em Lisboa. Lá se mudou, neste momento casado e com um menino de poucos meses, aproveitando assim como a generosidade de um colega que lhe cedeu um apartamento.

Sua segunda filha nasceria neste instante no país de seus amores. Mackowiack trabalhava há um pouco mais de um ano em um programa do Ministério da Economia luso pra talentos estrangeiros como pesquisador sênior. Os Mackowiak não foram as únicas vítimas do boom do selfie.

Em meados de julho, Breanna Mitchell, uma jovem de Alabama, fez um escândalo mundial ao tornar-se um em Auschwitz adornado com um smiley sorridente. Pouco depois, saía à iluminação uma página israelense no Facebook em que adolescentes judeus posaban em Português fazendo todo tipo carantoñas. A administradora de “Judeus fazendo o ganso” (nome do blog) teve que fechá-lo, dizendo as mesmas pressões que a garota de Alabama.

A moda de fazer selfies com mendigos (é real) ou a proliferação de selfies em funerais, memorial do 11-S ou incêndio fez com que muitos levem as mãos à cabeça. “O significado cultural mais claro de arruinar uma vida por um selfie nos remete ao mito de Narciso. Sem dúvida, o mito de Narciso bem como ressuscitou na pele de Oscar Otero, um jovem estudante de veterinária, de vinte e um anos, do México D. F.

Quinze dias fazendo uma selfie bêbado com uma arma apontada na sua têmpora. Como Nos tornamos todos idiotas? Fernández Porta não comulga com teorias apocalípticas: “Ao final de um selfie se parece muito com a usual foto da figura com a paisagem.