O Mapa Do Tesouro Escondido Na Lua

O Mapa Do Tesouro Escondido Na Lua 1

O Mapa Do Tesouro Escondido Na Lua

George Méliès, caiu um foguete no olho da Lua, no entanto foram Buzz Aldrin e Neil Armstrong que pisaram na primeira vez. O que o mágico do cinema imaginou em 1902, John F. Kennedy prometeu atingir antes de que terminasse a década, o fizeram há mais de meio século, os astronautas norte-americanos no momento em que o Eagle pousou a respeito do satélite. O cineasta francês e o malogrado presidente dos Estados unidos, Cabo Canaveral ou por televisão, em preto e branco. Porém houve muito mais do que um decolagem e a famosa frase de Armstrong, “é um nanico passo pro homem, um enorme salto pra humanidade”. Uma gesta histórica replicado na ficção em milhares de ocasiões, como nunca se tinha visto.

“Encontramos cenas impressionantes do lançamento, do interior do Controle da Atividade e das atividades de recuperação e depois da incumbência. Para uma experiência inédita foi necessária bem como uma suporte história única, afastada a típica voz em off, os bustos falantes e as entrevistas intercaladas numa filmagem.

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Um fascínio, vigente meio século depois do pouso, que o diretor e montador atribui ao engenho do ser humano. “É o topo do engenho humano, do progresso tecnológico e a superior frase de que somos a espécie humana, de que forma nós nos juntamos a nível global pra colocar o primeiro ser humano fora de nosso mundo”, descreve. Apesar das milhares de substituição do texto, ainda há quem continua a crer que o primeiro contato de Armstrong e Aldrin pela Lua se trata de uma conspiração, filmado por Stanley Kubrick, como diversos teorizam.

de um a outro lado desse equipamento inédito que reconstrói os 9 dias da função espacial, Miller pretende convencer por fim a o mundo todo o real que foi a expedição. “A própria inteligência consiste em questionar tudo e buscar provas das coisas, porém aspiro que esse vídeo seja a prova definitiva de que realmente estávamos na Lua, porque a NASA tinha centenas de câmeras”, insiste. Daí o tesouro audiovisual inédito até desse jeito, este que torna possível que, cinquenta anos depois do pouso e mais de um século, do foguete de Méliès, o homem siga sonhando ainda com a Lua.

Contudo a fundação escolar é altamente conservadora, relutante à incorporação de algumas tecnologias, que representam uma ruptura radical com as práticas anteriores. Algumas alterações simultâneas para uma escola tão conservadora como o colégio. Neste local se justifica, uma pergunta: o TIC que farão explodir a universidade escolar?

realmente, alguns apostam nisto. Supõem que, a curto período, cada guria, a começar por sua moradia podes estar conectado à melhor oferta educativa on-line, seguindo o seu próprio ritmo de estudos, sem a indispensabilidade de se deslocar em nossas mega-cidades perigosas.

claro, um lembra esses “visionários” que a instituição de ensino é também uma sério instância de socialização em anos cruciais da geração da personalidade. A objeção não os amedrenta. Reconheçamos que o espaço fundamental de socialização é o recreio. Os países pobres, os “mal criados”, amarrados aos mecanismos reprodutores da dívida externa, continuam se endividando pra “colocar computadores em todas as escolas”, sem que exista o pequeno debate pontualmente educativo a respeito do que isto significa.

Não é o mesmo que “botar assentos e de saúde em todas as escolas que botar computadores em todas as escolas. Os pcs necessitam de suporte técnico eterno; exigem atualização permanente do software; devem de uma linha telefônica ou um fiação que garanta a conexão com a Internet. Colocar pcs em todas as escolas, sem meditar pela infra-estrutura indispensável requerida é botar qualquer coisa inútil, que vai se tornar obsoleto em poucos meses depois de instalado.

Em razão de o sistema educacional, em tão alto grau como a burocracia estatal, tem diversos “mecanismos de defesa” pra lutar contra as intrusões. Um desses mecanismos consiste em faire semblant: parece que aceita, no entanto, na verdade, rejeita. O que pudemos investigar no detalhe dos detalhes com a instalação das bibliotecas de sala de aula, no México. Contudo não é somente o México (país líder pela América Latina pela realização de obras de grande peculiaridade de distribuição gratuita nas escolas). Poucos são os professores disponíveis pra deixar entrar os livros (no plural, ou seja, uma biblioteca de sala de aula); menos são os mestres acessíveis para deixar entrar o pc pela sala de aula (elemento de distração, tanto como os livros).

É neste momento um lugar comum discursar que o professor se sente deslocado por uma tecnologia atraente que suscita – agora o sabemos – atitudes lúdicas e não, obrigatoriamente, atitudes de aprendizagem. E quando parece que os/as professores / as utilizam, vemos que realizam um emprego acidental e limitado: encontrar uma dado em um website padrão. Abundantes “cenários possíveis”, a curto tempo.