Maria Luisa Sepúlveda

Maria Luisa Sepúlveda 1

Maria Luisa Sepúlveda

Maria Luisa Sepúlveda Maira (são paulo, 14 de agosto de 1898-cuiabá, 4 de abril de 1958) foi um professor, pianista, violinista, cantor, pesquisadora e compositora chilena. Foi uma das primeiras mulheres licenciadas na carreira de composição musical no Chile.

Destacou-se na constituição de um repertório de obras didáticas vocais e instrumentais a serem utilizadas no recinto nacional da juventude. Sua obra teve difusão pela América e Europa. Também escreveu ensaios dentro das tendências nacionalistas do momento e reuniu música popular chilena.

Isto repercutiu enormemente na sua obra, que bem como recebeu influências impressionistas, românticas e de vanguarda. Seus pais são Bernardo Sepúlveda, professor de filosofia e línguas, e Mercedes Maira, que escrevia poesia. Em são paulo, tua cidade natal, Maria Luísa estudou no Liceu de Meninas, e em 1898, ingressou no Conservatório Nacional de Música, em Santiago. Em 1918, recebeu o título de conciertista e professora de piano. Seu bem-sucedido exame desfecho foi confirmado numa elogiosa carta do teu professor Paoli, que o declarou entre os seus discípulos mais destacadas, com talento, técnica e sugeriu pro ensino nesse aparelho. Em 1819 obteve o título de compositora com uma romanza a respeito de versos de um lied de Schubert, perante a comissão composta pelos professores Henrique Soro, Giarda e Raúl Hügel.

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Paralelamente ao piano, estudou canto lírico, recebendo um diploma em 1919. Acrescenta-se A isso um robusto interesse na literatura. Esse ano, com tua composição Bourrée pra piano, ganhou o primeiro prémio no concurso musical da revista Zig-Zag, que publicou ante o pseudônimo de “Alfonso e Corbalán”. Foi nomeada professora de piano no Conservatório de paris, cargo que exerceu durante seis anos, entre 1918 e 1931. Também ensinou harmonia e folclore na Escola Profissional de Educação Artística de Santiago. Se ele se envolveu em direção orquestral em 1916, ano em que formou uma orquestra composta somente por mulheres, chamada “White Orchestra”, referindo-se ao guarda-roupa inteiramente branca de seus componentes. Dirigindo-ela mesma em um concerto em que foram interpretadas obras de Gillet e uma Serenata de Luigini.

As integrantes eram porção do Conservatório Nacional e a iniciativa foi um sucesso. Também estava interessado pela pesquisa musical, onde se destaca a recolha que fez de canções conhecidos em teu Cancioneiro chileno, escrito para canto e piano. Tem músicas com poemas de Gabriela Mistral, com a qual mantinha correspondência.

Em uma das cartas da Biblioteca Nacional do Chile, a autora indica que soube por um popular comum que Gabriela Mistral descreveu interesse em prosseguir com a música de alguma de tuas poesias. A autora espera que, em início, uma isenção para usar mais tempo a esta tarefa. Se faz menção a Arnaldo Tapia. Suas elogiadas alunas de piano como Olga Aguilar, Adriana Saavedra, Ana Maria Tagle, Olga Zagal ou Pilar Incháustegui não tiveram renome. Existe um busto de Maria Luísa, no Museu Pedagógico de Santiago, mas ninguém sabe as ocorrências que chegou lá ou se você acompanhou ou registrou documentação alguma de tua inauguração, se é que foi inaugurado.