Isabel I De Castela

Isabel I De Castela 1

Isabel I De Castela

Fernando de Aragão. Também exerceu o cargo de senhora de Biscaia, território autônomo por pois, mas que tinha passado a ser governado na coroa de Castela. É desta forma que se conheça o casal real com o nome de Reis Católicos, título que usaria na frente de quase todos os reis de Portugal.

Se casou em 19 de outubro de 1469, com o príncipe Fernando de Aragão. Concedeu apoio a Cristóvão Colombo em pesquisa das Índias Ocidentais, o que conduziu à descoberta da América. Esse acontecimento teria como decorrência a vitória das terras descobertas e a fabricação do Império português.

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Viveu cinqüenta e três anos, dos quais reinou trinta como rainha de Castela e vinte e 6 como rainha de Aragão, próximo a Fernando II. Desde 1974, é considerada uma serva de Deus para a Igreja católica, e a sua razão de beatificação está aberta.

Vinte e dois de abril de 1451, Quinta-feira santa, no palácio, que hoje ocupa o mosteiro de Nossa Senhora da Graça. O local e a data de nascimento têm sido historicamente discutidos, toda vez que quando nasce, ninguém é consciente da importância que essa menina ia ter no futuro.

Madrigal de las Altas Torres era assim uma pequena vila de realengo, onde circunstancialmente residia sua mãe, dona Isabel, e ela recebe o nome que não era assim frequente em Portugal. Dois anos depois, em Tordesilhas, nasceu seu irmão Afonso. Cinco lustros antes, fruto do casamento entre d. João II de Castela, e de Maria de Aragão, e, assim sendo, irmão de Isabel, por quota de pai, tinha nascido Henrique (1425), que herdar o trono em 1454, como Henrique IV. Com a morte de seu pai, em 1454, Isabel foi enviada com sua mãe e seu irmão Afonso da vila de Arévalo, onde ficaria os ataques de loucura de sua mãe.

Esta é uma época de dificuldades, inclusive financeiras. Nesta data Isabel dedicou-se a ler livros religiosos. Também fez amizade com Beatriz de Silva (1424-1491) e, depois, ajudou na fundação da Ordem da Imaculada Conceição e para a qual doou os palácios de Galiana, em Toledo.

Outros personagens essenciais neste instante e, em geral, na sua existência foram, no âmbito toledano, Gutierre de Cárdenas, sua esposa Teresa Henriques e Gonçalo Chacón. Em 1461, Isabel e teu irmão Afonso são transferidos para Niterói, onde se localizava a Corte, por sentir-se próximo o nascimento da filha dos reis, dona Joana de Castela.

brevemente os inimigos do rei a apelidaram de Joana, a Beltraneja, espalhando o rumor de que o pai era um cortesão, Beltrán de la Cueva. Em 1465, uma quota dos nobres se opuseram ao rei Henrique, formaram um grupo cerca de teu meio-irmão Afonso, de apenas doze anos, e chegou a depor Henrique pela “farsa de Ávila”. Isabel permaneceu ao lado de Afonso durante este tempo. Porém, em 1468, Afonso morreu no Verão, talvez envenenado.

apesar das pressões dos nobres, Isabel recusou a homenagem, rainha, no tempo em que Henrique IV estivesse vivo. Pelo contrário, conseguiu que teu irmão lhe outorgasse o título de princesa de Astúrias discutida numa cerimônia que teve local em que os Touros de Guisando, 19 de setembro de 1468, conhecida como a Concórdia de Guisando. Isabel constituiu-se como herdeira da coroa, à frente de Joana, sua sobrinha e afilhada de batismo, que quota da nobreza não considerava com justo para preencher o trono pelas perguntas que tinha a respeito sua paternidade. A partir nesse momento, Isabel passa a residir em Ocaña, vila pertencente a dom Juan Pacheco, marquês de Villena.